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NitaaSá Looking around

 Número de Mensagens: 61 Idade: 16 Localização: Aí nesse sítio =D Emprego/lazer: Para além de trabalhar p'ró bronze :P, trabalho para a escola --' xD Fictiers: 67 Data de inscrição: 22/08/2011
 | Assunto: {A Verdade na Mentira} Qui Jan 26, 2012 5:39 pm | |
| Hey Hey Hey Hey!!! Ora bem, trago-vos aqui a minha fic original (não gosto de colocar personagens famosas, apesar de que algumas minhas são inspiradas em várias personagens conhecidas, assim como tenho algumas ideias retiradas de várias cenas famosas) que espero que vocês apreciem. Provavelmente já podem ter visto algo semelhante (ou não) uma vez que já postei aqui, mas foi à vida, uma vez que alterei um pouco. Agora a história. Já estou a escrever a segunda parte do conto (acho que esta melhor que o primeiro mas pronto) e vou postar diariamente um novo capitulo (não liguem se são pequenitos porque comeram poucos danoninos). Sem mais demoras: A VERDADE NA MENTIRA
Introdução Durante tempos antigos vivemos em harmonia e união, éramos respeitados como qualquer outro ser humano, mas admirados e até mesmo considerados deuses, até ao dia em que os seres mortais deixaram de acreditar e de admirar os nossos criadores, mudando e influenciados a mudar as suas crenças, tendo sido incentivados a maltratar e matar os diferentes por aqueles que nos temiam. Fomos obrigados a fugir e nos esconder nas sombras do olhar maligno daquele ser maldoso e ganancioso, mas tentando manter o respeito e a dignidade que tanto lutamos e demoramos a ganhar por entre o reino humano. Por conseguinte, para lá da imaginação do Homem, está Peveencip, o Reino da Magia e dos Sobrenaturais, criado com amor e paz, união dos cinco elementos, protetores da natureza e do mundo, oferecidos pelos deuses de modo a que nós, criaturas ditas míticas, nos defendamos de tudo, menos do odio e do desprezo.
Muitos acreditam que a verdade perderá contra a mentira, mas depois de muitas mentiras proferidas e esquecidas, a verdade permanecerá!
_______________________________________________________________ Gostaram? Não gostaram? Boring? Nice? Deixem a vossa opinião |
|  | | Fox Don't go away

 Número de Mensagens: 255 Localização: Debaixo da Cama Emprego/lazer: Traficante de Giz em Estágio para Guia Turística de Manuais Escolares Humor: Nada a Acrescentar Fictiers: 281 Data de inscrição: 11/09/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Qui Jan 26, 2012 10:00 pm | |
| Bem... Olá! xD Não deixaste muito para comentar! Não dás erros, o que é um ponto a favor! Vou deixar um espaço à tua forma de escrever e esperar por outro capítulo! Fiquei curiosa sobre esse reino da magia!  Ah, gostei muito do título e da última frase  ! |
|  | | NitaaSá Looking around

 Número de Mensagens: 61 Idade: 16 Localização: Aí nesse sítio =D Emprego/lazer: Para além de trabalhar p'ró bronze :P, trabalho para a escola --' xD Fictiers: 67 Data de inscrição: 22/08/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Qui Jan 26, 2012 10:14 pm | |
| Well, tens razão xD Por isso é que trago agora mais um bocadinho  Epá quanto aos erros eu tento não os dar, mas às vezes passa ao lado xP Então aqui vai : Prologo Peveencip- Brevemente terminarão os tão aguardados nove meses e sei que a nossa querida Roselune estará neste mundo para algo gratificante, mas sinto que os deuses me tentam comunicar algo. Sinto o mundo ao meu redor sufocante como se me avisassem do perigo que se avizinha. – Revelei a o meu esposo e Rei de Peveencip, para minha irmã Melinda, minha fiel companheira desde crianças e para a guardiã da família real e amiga desde o início de todos os tempos, Clarion, enquanto suplicava à lua por respostas. – A água me trás tremores e arrepios, a terra canta-me músicas tenebrosas, o que os deuses me estarão a mostrar que eu não consigo ver? - Querida – tentou Ceasar acalmar-me com seu habitual tom sereno – A nossa filha será a mais bela dentre as flores, será a mais poderosa das ondas do oceano, a mais forte dos ventos, a mais calorosa das chamas, será a nossa filha, a princesa suprema, concebida e tocada por todos os deuses primordiais. Nossos protetores estavam a nosso favor desde o início que nos proporcionaram tal alegria, porque não estariam agora quando falta tão pouco para ela se completar? - Só tu para estares tão despreocupado. – Acusei-o preocupada enquanto me virava para o encarar. - Também vento e fogo juntos nunca dão bom resultado. Torna insensível um ser por tal incompatibilidade, ou por compatibilidade demais. Não percebes que a natureza não está em equilíbrio? Em harmonia? – Gritei com desdém e desespero de tanta apoquentação. – E tu, Melinda? Não sentes? A água não te diz nada? – Pedi em súplica. - Estás tão sombriamente calada. - Eu não quero incomodar o elemento, a natureza e os deuses quando sinto que algo não está bem. Tenho calma e paciência para esperar pelas respostas. Mas tu és a Rainha Suprema, minha irmã. Eles estão mais conectados contigo. Eu sou uma simples usuária da água. – Retorquiu Melinda com a sua calma característica. – Sei que, neste caso, a calma não pode ser-te pedida, mas, a meu ver, tudo acontece por uma razão e os deuses sabem o que fazem e devemos esperar. Nunca os devemos pressionar e tu sabes bem disso. Suspirei pesadamente à medida que o som das suas palavras me embatia. Eu sabia que não devia perturbar os deuses. Eles sabem o que fazem e tudo tem uma explicação lógica, mas era do meu tesouro que se falava. Eu precisava de saber o porque do meu coração estar tão apertado, eu precisava de respostas, nem que fossem de pontos de vista diferentes. - És sábia, por isso te fiz minha conselheira. Diz-me o que sentes. – Requeri numa súplica esgotada. - Se não for como minha irmã, diz me como minha conselheira. – Exigi indignada. - Queres que te confirme que está próximo? Que brevemente terás nos teus braços a preciosidade por quem tanto esperas-te e aguardas-te? Não precisas, tu já sabes. Agora, qualquer um nesta sala sente a tensão no ar, apenas queremos esperar para que os deuses nos mostrem. Tudo a seu tempo. – Respondeu-me ela da forma mais calma que conseguiu, apesar de estar totalmente implicado no seu tom de voz o quanto ela se sentia presa por não saber como ajudar. Via dirigir-se para a porta do salão que a levava à saída cabisbaixa e sem saber o que mais dizer ou fazer para melhorar o ambiente carregado de inquietação. – Vou me embora. Logo virei para ajudar. Pressinto que as águas não tardaram a arrebentar. Aconselho-te a acalmares, ela ainda não está preparada para tal sentimentos fortes que estas a carregar dentro desse teu coração preocupado. – Aconselhou-me, abandonando aquele sitio recheado de amargura. O seu tom era frustrado pela falta de informações o que me preocupava ainda mais. |
|  | | Fox Don't go away

 Número de Mensagens: 255 Localização: Debaixo da Cama Emprego/lazer: Traficante de Giz em Estágio para Guia Turística de Manuais Escolares Humor: Nada a Acrescentar Fictiers: 281 Data de inscrição: 11/09/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Qui Jan 26, 2012 11:23 pm | |
| Sabes, eu lembro-me deste texto! Não sei se o cheguei a comentar, mas lembro-me dele pela qualidade da escrita! E pela própria história em si! Sim, aconselho-te a continuar! Gostei das personagens e das caraterísticas naturais delas! Começaste com intrigas... O que resultará?
Beijinhos!
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|  | | NitaaSá Looking around

 Número de Mensagens: 61 Idade: 16 Localização: Aí nesse sítio =D Emprego/lazer: Para além de trabalhar p'ró bronze :P, trabalho para a escola --' xD Fictiers: 67 Data de inscrição: 22/08/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Sex Jan 27, 2012 6:30 pm | |
| Bem é normal que te lembres xD Obrigada pelo elogio (: Às vezes acho que isto está uma treta, mas tenho orgulho do meu conto de fadas *-* Então, aqui vai... Novo capitulo (; Capitulo 1 Londres- Rose, não te volto a chamar. Se não apareces cá em baixo pronta para a escola, subo e despejo um balde de água fria por essa cabeça a baixo. – Gritou a minha mãe pela milionésima vez do andar de baixo. O extraordinário é que eu já estava a pé há muito, um facto que a minha mãe desconhecia. Eu até acordava bastante cedo, mas eu gosto de ir bonita e arranjada para a escola, por isso demoro quase meio século a arranjar-me. Vivemos em Londres, por amor dos deuses. Uma cidade magnífica, bela e requintada. Também nós devemos sair de casa arranjadas para condizermos com a cidade. Claro que, para a minha mãe, arranjada significava um vestido justo de uma cor escura e/ou neutra, um cinto preto ou prata, um casaco clássico e o cabelo preso num simples e formal coque, de forma a transmitir confiança e classe a nível do seu trabalho empresarial. Mas, ao contrário da formalidade presente em todo o estilo da minha mãe, para mim, Roselune Marie Hale, significa os meus caracóis soltos e arranjados, uma saia de sinta alta e uma camisa florida a condizer e umas sabrinas confortáveis, finalizando com alguns acessórios que dão um toque clássico e chique a um vestuário casual e prático. Eu sei que só vou para a escola, mas a Anala sempre me disse que eu sou “podre de boa e bastante sensual” e que devia deixar os rapazes de queixo caído e, para além disso, gosto de me sentir bonita e bem comigo mesma. Para quem não sabe, a Anala é a minha doida e animada tia emprestada. Diferente da minha mãe (que consegue ser um tremendo aborrecimento às vezes) a Anala é uma eterna adolescente que só faz disparates (ainda mais adolescente que eu), mas torna a minha mãe um pouco mais animada o que já é bom e trás uma certa cor e alegria à casa. Apesar de termos as nossas divergências e diferenças, damo-nos todas muito bem. Claro que a minha mãe passa-se de vez em quando com a Anala, pois esta incentiva-me a passar de virgem a carneiro (piada dela porque eu como nasci em Abril serei sempre carneiro, mas ainda não experimentei aquilo que com, quase dezassete anos, maior parte das minhas colegas experimentaram, amor, ou sexo, eu sei lá o que elas apelidam, já que conseguem ser tão superficiais às vezes), mas eu quero mesmo saber o que é amor verdadeiro, aquele sentimento que os livros descrevem como algo único e inesquecível, que nos ataca como uma doença e nos consome, até deixar de ser a Terra o nosso centro de gravidade e passar a ser a pessoa amada que nos mantém vivos. Dei os últimos retoques e olhei-me ao espelho verificando se tudo estava no seu devido lugar. Quando estava totalmente pronta, peguei na bolsa com os livros da escola e desci, preparando-me mentalmente para o que vinha aí, uma boa dose de sermão usual, mas a cada dia que se passava mais curto e repetitivo. - Roselune, tu sabes o quanto estamos atrasadas? – Gritou a minha mãe zangada enquanto zanzava de um lado para o outro deixando tudo no seu devido lugar. Digamos que a minha mãe é muito perfeccionista e gostava de tudo em ordem e na perfeição. - Melinda, queriduxa, tu preocupas-te com o tempo quando tens uma brasa e daquelas escaldantes à tua frente? Ai Rozita! Estás linda. Vai para onde? Para o tapete vermelho em Hollywood ou para modelo daquelas estilistas famosíssimas? – Brincou Anala enquanto me tentava emitar aqueles rapazes que se fazem a uma rapariga com tudo que podem. Mas vindo dela nem me admira, ela consegue se manter calma e brincar seja qual for a situação. - Anala. – Repreendeu a minha mãe. - Pára com a Rozita e meia Rozita. – Anala lembrava-se de tentar imitar o espanhol (o que irritava mais a minha mãe) desde aquela viagem que fizemos a Espanha, mas como óbvio, nem isso lhe saía direito o que ainda dava um ar mais cómico à peça. – Estamos atrasadas. E hoje o meu patrão ia-me propor algo importante. O que faço contigo, Rose? - Desculpa Mami! Distraí-me. – Justifiquei embaraçada enquanto pegava numa torrada. - Em frente ao espelho suponho! – Exclamou com ironia. - Vamos embora já que sabes muito bem como as ruas conseguem ser infernais. – Disse-me enquanto respirava fundo. - Tu e eu vamos falando no carro, minha menina. Até logo, Anala. – Despediu-se enquanto saía disparada pela porta fora. – Anda Rose! – Gritou quando abriu a porta do carro. - Adeus Anala! – Disse-lhe saindo à pressa acabando por não me despedir decentemente. -Adeuzinho meus amores. Tenham um bom-dia. – Cantarolou Anala enquanto se dirigia para a cozinha para tomar o pequeno-almoço. Ou ia passar o dia todo na cama, ou ia passar o dia todo no sofá a ver televisão. Não sei por que carga de água, mas ela era contra o emprego e “exploração” diária das pessoas como ela explicava muitas vezes e devido a isso, passava os dias catrafiada em casa sem fazer nada, ou passeava pelas ruas sem destino, passando, depois, maior parte do tempo a resmungar pela pasmaceira que passa. Entramos no Seat Ibiza vermelho da minha mãe e seguimos viagem, sendo toda esta acompanhada pelo silêncio e pensamentos de cada uma, permanecendo nesta condição até nos encontrarmos próximas da escola, tendo sido esse pesado silêncio quebrado pela minha mãe a pouca distância do meu destino. - Rose, tu tens andado e sentindo-te bem? Não te tem doido a cabeça ou não tens tido enjoos? – Perguntou-me apreensiva, mas com um certo tom de curiosidade na voz. - Não mãe, porquê? – Disse-lhe tentando perceber o porquê da sua desconfiança. - Por nada. – Respondeu tentando disfarçar. - Como não tens comido muito pensei que não tivesses bem. - Está tudo bem mãe. Não te preocupes. Eu estou bem. Só não tenho andado com apetite. Falta pouco para completar dezassete anos e tu sabes como é. – Menti com a primeira coisa que me ocorreu na cabeça olhando para longe dela. - Claro meu amor. – Respondeu-me de forma sarcástica enquanto revirava os olhos. - Apesar de só fazer anos em Abril e ainda estarmos em Novembro é normalíssimo. Mas vai lá, eu aceito a desculpa. Amo-te minha pequenina. – Beijou-me minha mãe como despedida. - Também te amo mãe. – Beijei-a de volta e saí pensativa. Caminhei suavemente pelos corredores sorrindo para aqueles que me cumprimentavam e acenavam, indo para as aulas cada vez mais pensativa. Eu não gosto de mentir à minha mãe, mas neste caso tinha de ser. Ela ia-se preocupar desnecessariamente. Andava um pouco enjoada e tanto a minha cabeça como o meu coração doíam. Algo estava estranho comigo, como se algo cá dentro estivesse a tentar sair mas não conseguisse. Sentei-me no meu lugar e apertei o meu amuleto com força e pedi aos deuses que me guiassem o caminho. Eu sei que parece estranho, mas fui criada num ambiente politeísta, acreditando em vários deuses como Geia, Hemera, ou Nix e acreditava que eles olhavam por nós dando-nos uma porção de magia que possuíam. Por isso é que sempre que precisava de ajuda pedia a eles enquanto apertava o meu amuleto. Ele é magnífico, feito de ouro branco com pequenos rubis nas pontas da lua e do sol, ao passo que estes símbolos se encontram entrelaçados, representando a comunhão da noite com o dia. Não sei como a minha mãe me deu algo tão valioso e raro, mas a minha mãe possuía muitos segredos. Alguns dos quais tinha receio de saber, mas que no fundo do meu coração acreditava ou imaginava que sabia. Só não sabia o quê que realmente era, ou tinha medo de tentar descobrir. O restante dia passou-se nas calmas, ia às aulas e aprendia, convivia com os meus colegas e amigos, ria das piadas parvas de alguns rapazes, comentava roupas e penteados com as minhas “amigas”, sempre tentando distrair-me e esquecer o aperto que tinha no peito, nunca este me deixando um segundo em paz. Após um longo dia de aulas, fui para casa de autocarro, mas a cada metro que me aproximava, mais o aperto no peito aumentava. Pressentia que ia acontecer uma mudança que iria mudar a minha vida para sempre. E não é que por um lado estava certa? Porque quando cheguei a casa, deparei-me com metade dela em caixotes de cartão, malas e sacos plásticos, assim como um papelinho amarelo colado nas escadas a pedir que fizesse o mesmo no meu quarto, ou seja, empacotar tudo que me pertencia e me era importante. Íamo-nos mudar, de novo, pensei aborrecida para mim. Mas agora faltava saber o mais importante: onde, não faço a mínima ideia (quantos mais sítios em Inglaterra há para viver?), quando, outra questão que será respondida em breve, mas tudo estar arrumado com a rapidez que estava, contava que fosse mais próximo do que eu estava preparada. Mas a principal questão que se levanta é porquê? Algo não batia corretamente e eu sabia-o. Seria apenas o trabalho da minha mãe que nos levaria a mudar novamente ou algo mais profundo estava por detrás desta escolha repentina e sem aviso? Não saberia até a minha mãe aparecer e atribuir resposta a estas perguntas, mas algo me dizia que havia algo que ela nunca me contaria, só precisava de esperar para descobrir o quê. |
|  | | 'Dee Don't run

 Número de Mensagens: 418 Idade: 21 Localização: Lisboa Emprego/lazer: Estudante Humor: sempre bom! Fictiers: 433 Data de inscrição: 06/02/2010
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Dom Jan 29, 2012 2:02 am | |
| Hello!!! Prometido é devido, e cá estou eu. Desculpa n ter comentado mais cedo, mas nem sempre ando por aqui para ver as novas fics ^^ Gostei imenso da maneira como no prólogo as personagens falavam. Era quase como que lírico. Muito bom. Por acaso, nunca tinha lido nenhum material teu, talvez tenhas postado antes de eu cá estar ou então simplesmente não reparei. BTW: A Roselund faz anos no mesmo mês que eu! (yeeiiiii) só por isso, já gosto dela! LOL Espero pelo próximo! Beijinhos!  |
|  | | NitaaSá Looking around

 Número de Mensagens: 61 Idade: 16 Localização: Aí nesse sítio =D Emprego/lazer: Para além de trabalhar p'ró bronze :P, trabalho para a escola --' xD Fictiers: 67 Data de inscrição: 22/08/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Dom Jan 29, 2012 3:13 am | |
| Bem, o bom é que viste e isso é o que interessa! Só espero que tenha leitores que apreciem o meu trabalho (: Bem, agora leste e espero que gostes e queira acompanhar as minhas tretas x) Por acaso escolhi Abril porque eu faço anos e Abril xD Para não esperares muito, apresento um novo capitulo:
Capitulo 2 Já conseguia ver a magnífica cidade de Nova Iorque da janela do avião. Cada segundo que passava, quanto mais próxima estava, mais eléctrica me sentia. Na verdade estive eléctrica desde que a minha mãe chegou a casa com Anala na noite anterior e me contara que recebeu uma proposta para representar a sua empresa em Nova Iorque, ao qual aceitou prontamente, justificando que já sentia saudades daquela cidade. A minha mãe contou-me que nasci lá, mas nos mudamos para Londres quando ainda era bebé. Mas acho que sempre senti que pertencia a outro lugar e talvez, num golpe de sorte, o meu coração sempre pertencera lá (Juilliard e um grande suspiro como sempre). Sempre quis ir estudar para lá, por isso, desde pequena, pedi à minha mãe para frequentar aulas de dança e música. Amo tudo relacionado com artes, até pintura, no qual tenho um grande jeito e dom. Estávamos todas entusiasmadas. Eu porque ia viver na cidade das luzes e que tudo acontece, a Anala porque ia visitar milhões de discotecas e bares nocturnos todas as noites e a minha mãe porque finalmente ia assentar o que todas nós agradecíamos e até festejávamos. É aborrecido andar sempre com a casa às costas. Claro que fiquei frustrada quando a minha mãe me dissera que nem íamos viver em prédios altíssimos no centro da cidade, rodeadas pelo barulho e pelas luzes da cidade, nem ia para juillard estudar artes como sempre sonhei, mas, pelo contrário, íamos viver num bairro de classe média pacato para a minha mãe poder trabalhar sossegadamente e ia frequentar um colégio normal. E que até à universidade ia ser sempre assim. Pelo menos já ia poder ter amigas mais próximas para falar de roupa e rapazes, estudar juntas e passear e, se não for pedir de mais, arranjar uma amizade como a da minha mãe e Anala, uma amizade sincera e eterna. Quando chegamos à nossa humilde casa apeteceu-me gritar de alegria. A casa era parecida àquelas casinhas bonitas e arranjadas como na série “Donas de Casa Desesperadas” e a vizinhança parecia acolhedora e como uma grande família cheia de segredos e dramas. Constatei que, todas as casas eram semelhantes, algumas alteravam a cor, outras o tamanho, outras o jardim, mas todas elas nos mesmos tons pastéis, como se uma fosse o protótipo e as outras eram réplicas com pequenos defeitos de impressão. Mas, no meio daquelas semelhanças, uma destacava-se mais entre as outras, tanto pela aparência, como pelo ambiente que transmitia. Esta casa possuía um jardim colorido e alegre, cheio de rosas, tulipas e alguns girassóis completamente alegres e brilhantes que sorriam para o Sol, a relva recentemente aparada e arranjada libertava o odor que em tempos pertencera a sorrisos de crianças, um pequeno gnomo de barro pescador com a pequena cana de madeira dentro de um laguinho rodeado de pequeninas pedras de diferentes cores, formatos e tamanhos. A casa era pequena, mas acolhedora e convidativa com paredes em tons lilás e ligeiros fios dourados, as janelas tinham, nos seus peitoris, vasinhos de lírios de diferentes cores e uma simples cadeira de baloiço se encontrava no alpendre ao lado de uma mesinha de ferro. Todo aquele ambiente transmitia paz e a harmonia à natureza, como se tudo aquilo que fosse de bom se encontrasse ali para conviver, num único lugar de sonho. Quem olhasse mais atentamente, ainda poderia ver um espanta-espíritos numa das janelas em que as cortinas azuis estavam puxadas para trás e a janela meia aberta para deixar entrar os últimos suspiros do verão. Quando contemplava aquela calma paisagem mais pormenorizadamente, um belo par de olhos azul céu apareceu na pintura e encontrou-se com o meu olhar. Não sei por que motivo tais profundas pedras preciosas me causaram arrepio, mas a quem pertencera aquele olhar, tocara-me no ponto certo do meu coração. Ignorei aquele friozinho na barriga e aquela casa atrativa e olhei para a minha mãe que já se encontrava a abrir a porta da nossa nova casa. Ela não era tão florida e arranjada como a outra, mas um dia seria o sonho de alguém. A parte da frente possuía uma pequena parte em relva mal aparada que tinha no centro um pequeno lago pouco arranjado, sem flores ou decorações que dariam um ar acolhedor a um caminho em pedra que levava até à porta de entrada de uma simples casa branca de dois andares, com um pequeno alpendre com grades em madeira escura. Caminhei a medo naquele lugar que chamaria de lar e, quando entrei, deparei-me com um cenário diferente do exterior. A casa, já mobilada, era moderna e confortável. O pequeno hall de entrada em madeira clara tinha simplesmente um cabide de alumínio preto, um cestinho vermelho para guarda-chuvas ao lado e, do lado oposto, um armário em madeira semelhante ao chão com um telefone. O hall servia de acesso para uma grande e cómoda sala de estar e uma requintada sala de jantar no lado contrário. A sala de estar tinha uma grande lareira com um cesto de lenha em vime forrada no interior com um pano beje que tinha gravado no exterior “Heat of Love”. À frente da lareira estava uma grande carpete laranja em que na ponta do lado direito se encontrava um grande sofá virado para um televisor LCD. Entre eles encontrava-se uma mesinha de centro com pernas de madeira que segurava um tampo oval de vidro onde estava com um pequeno aquário redondo. Para além do sofá de três lugares, ainda havia dois sofás de solteiro. No canto oposto à televisão encontrava-se uma estante e dois puff’s laranja à frente. Toda a sala estava com cores quentes, de laranja ao vermelho, não esquecendo o amarelo. Seguindo de volta ao hall, sai da sala de estar e entrei na de jantar para puder ver o resto da casa enquanto o homem das mudanças trazia as coisas para dentro. A sala de jantar tinha um bar de madeira com dois bancos longos com almofadas vermelhas enfrente ao balcão e alguns copos de pé em cima deste, uma escultura de pedra num canto e uma planta no canto oposto. Ao centro tinha uma grande mesa de vidro em cima de uma grande carpete que possibilitava a oito pessoas sentar-se em oito belas cadeiras almofadadas. Caminhei por aquele luxo de sala e passei por um arco indo para à cozinha. E que sonho de cozinha que tínhamos que até despensa tinha. Em Londres vivíamos numa casa antiga e eu reclamava tanto à minha mãe que queria uma casa decente, moderna e elegante com alguma classe. Caminhei por aquele chão de mosaico brilhante, passando os dedos pela suave textura do mármore da mobília, caminhando até à grande janela da cozinha deparando-me com uma piscina, não muito grande, nem muito pequena, e três espreguiçadeiras azuis e brancas localizadas na sombra de um enorme carvalho em que eu podia-me encostar e ler um livro em paz. Voltei para o hall por outra porta que saía ao lado das escadas de madeira clara com grades em vidro duplo que permitiam o acesso ao andar superior e subi-as. Neste andar havia três quartos e duas casas-de-banho, sendo uma das duas pertencente a um quarto e a outra sendo pública, o que fazia com que fosse antes dois quartos e uma suite. Chique, a minha mãe ia dormir bem naquele quarto. O estranho foi que dois dos quartos estavam mobilados como quarto de casal, logo um era da minha mãe e outro da Anala, e o terceiro quarto estava dividido num escritório e num pequeno ginásio (caprichos da Anala). Agora uma grande pergunta, onde eu iria dormir? Quando me virei para procurar a minha mãe de forma a obter resposta à minha questão bati com a cabeça contra umas escadas de madeira. Autch aquela doeu e ia ficar com um belo galo no dia a seguir. Mas quem meteu aquilo ali e porque estava ali? Olhei para cima e reparei que a casa ainda tinha sótão. Bem, para quê ter uma escada de madeira a dar acesso às sombras e às casinhas dos ratinhos que habitam nelas? Ora bem, deve haver algum motivo especial, por isso vamos lá explorar. Para meu espanto, quando subi a escada de madeira e espreitei para dentro da portinha fiquei estática e ao mesmo tempo extasiada. Deparei-me com o meu sonho, um quarto só para mim num lugar incomum e original. Sempre quis ter um quarto num sótão ou assim, uma vez que me fazia lembrar os castelos das princesas e as torres dos contos de fadas onde elas aguardavam pelos seus príncipes encantados e a minha mãe conseguiu isso para mim. Tinha um quarto completamente diferente do protótipo normal só para mim, com uma casa de banho só para mim (sim porque sempre partilhei a casa de banho e nunca tinha muita privacidade) e um roupeiro estilo americano (daqueles que parece uma salinha cheia de prateleiras e cabides que por vezes faz lembrar uma loja de roupa) só para mim. Só me apetecia gritar. Amo Nova Iorque. |
|  | | Fox Don't go away

 Número de Mensagens: 255 Localização: Debaixo da Cama Emprego/lazer: Traficante de Giz em Estágio para Guia Turística de Manuais Escolares Humor: Nada a Acrescentar Fictiers: 281 Data de inscrição: 11/09/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Dom Jan 29, 2012 3:26 am | |
| Olá! Gostei das tuas descrições! Criaste uma personagem bastante verdadeira e terra-a-terra. Fiquei contente por saber que não vamos ter aqui uma Mary Sue. Menos mal  LONDRES! Oh Deus, eu adoro essa cidade! Adorava visitá-la! Fiquei bastante curiosa. A Rose é uma fada? Uma deusa? Uma Elfo? Uma humana? xD Continua! A Anala é hilariante! Beijinhos EDT Pára de falar em cidades porreiras! Fico chateada! A descrição da casa e do bairro em si fascinou-me. Gostei muito da forma como nos elucidaste do espaço e senti algumas parecenças entre mim e a personagem (como as leituras ao pé da piscina ou os desejos para o quarto!). Boa sorte com a Julliard (sonho de todo o artista  )! |
|  | | NitaaSá Looking around

 Número de Mensagens: 61 Idade: 16 Localização: Aí nesse sítio =D Emprego/lazer: Para além de trabalhar p'ró bronze :P, trabalho para a escola --' xD Fictiers: 67 Data de inscrição: 22/08/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Dom Jan 29, 2012 3:39 am | |
| Somos duas!! A minha viagem de sonho é a Londres!!!! Mary Sue?! Epa não sei o que é =S O que a Rose é??? Não digo xD É segredo.... Mas depois revelo xD A Anala tem ataques de 5 minutos de vez em quando E eu tou para postar a minha story... Mais um capitulo xD
Capitulo 3
Quando o homem das mudanças se foi embora, com uma bela gorjeta por sinal, já era hora de almoço. A Anala, como era a cozinheira de serviço (a única a saber cozinhar decentemente sem nos deixar com uma intoxicação alimentar por assim dizer), foi preparar o almoço, enquanto eu e a minha mãe íamos arrumando as nossas coisas nas divisões da casa, mais concretamente a sala de estar. Quando a Anala chamou para almoçar, tínhamos acabado de arrumar essa mesma divisão, tendo posto todos os nossos livros na estante por ordem alfabética, duas velinhas vermelhas acesas, cada uma disposta ao lado do pequeno aquário redondo e passamos o Cripy, o nosso peixinho dourado, para a sua nova casa, acendemos a lareira para aquecer o ambiente e penduramos alguns quadros meus e fotografias nossas nas paredes. - Oh Mel, tu és cinco estrelas, tu e a tua empresa. Agora vou poder conhecer Nova Iorque. Já estava a dar em doida na Europa, Querida. E Rozita, os rapazes de Nova Iorque são de comer e chorar por mais. Pode ser que finalmente encontre o meu príncipe do fogo. – Disse Anala descontraidamente quando já estávamos sentadas a comer na pequena mesa redonda da cozinha. Não sei o que a Anala disse de mal, mas sempre que ela fala no seu príncipe do fogo e todas aquelas trenguices que só ela entende, o que é ouvido frequentemente, a minha mãe tosse e dá-lhe um olhar de poucos amigos e de “está calada antes que digas asneiras”. - Ai Melinda, não me olhes assim. O fogo é quente e festivo. Sabes o que eu quero dizer quando digo sobre o meu príncipe do fogo. É alguém doido e completamente animado. Talvez um barman ou uma rockstar. – Disse ela rindo para aliviar o ambiente enquanto falava de uma forma falsamente sonhadora. Rimo-nos com a atitude dela e da sua famosa extravagância (apesar do riso da minha mãe ser meio forçado), continuando a comer em silêncio e paz depois daquele momento de relaxe. A tarde foi passada numa onda de arrumações. Mas no final valeu a pena. Toda a casa estava um espanto, arrumada e brilhante, com cada toque e detalhe presente, pois nada poderia estar imperfeito e desarrumado. Mas, para mim, o meu quarto estava um espanto e destacava-se em toda a casa, ora por ser o meu quarto, ora por ser aquilo que eu sonhava. Mas o meu quarto só ficaria completo depois de amanhã, pois como seria sábado, eu e a Anala iríamos às compras. Roupinhas fresquinhas importadas dos shopping’s de Nova Iorque para melhorar e decorar o meu novo guarda-roupa. Mas, voltando atrás para terem a possibilidade de imaginarem como o meu quarto ficou um espanto digo-vos como o decorei. Normalmente as princesas amam o cor-de-rosa e assim, mas eu preferi escolhê-lo em tons de dourado, branco e preto. Uma coisa que tem de bom, é que ele é bastante iluminado, pois possui duas grandes janelas viradas para o céu, na mesma posição que estariam os painéis solares no telhado, o que me permitirá adormecer iluminada pelas estrelas e pela luz da lua, e acordar com o aconchego das nuvens e a proteção do sol. Mas para dormir com os anjos precisava de uma cama decente e a minha definitivamente o era. Assim como o resto da mobília, esta era em metal preto, mas tinha duas rosas ao lado de uma meia-lua desenhadas ao centro em metal na cabeça da cama e as cobertas e colchas são em tons de dourado, com pequenos fios brancos por toda a área desta, obtendo-se um belo desenho abstracto. No centro do quarto encontrava-se um grande tapete dourado felpudo que tinha a certeza que seria quase tão fofo como a cama, que davam um aspecto celestial ao quarto. Perto da salinha da roupa tinha uma mesa com espelho e um banquinho fofo, como as princesas, onde havia arrumado todos os meus produtos de beleza. Coloquei também duas fotografias minhas presas no espelho, sendo uma eu sozinha e outra das três mulheres cá de casa, ou seja, eu, a minha mãe e a Anala. Do lado oposto da penteadeira tinha uma secretária onde poderia estudar e fazer as minhas coisas, tendo esta pousado em cima o meu computador portátil. Na parede contrária à cama, estava uma televisão LCD presa na mesma e um pequeno móvel com um DVD e umas prateleiras para os meus filmes e séries, terminando a descrição com dois puff’s (um branco e um preto) em frente à televisão e em cima da fofa carpete e um cavalete de pintura posicionado de forma a eu puder apreciar o mundo e representá-lo. Um sonho tornado realidade. Ainda bem que me sentia em casa e confortável nesta nova cidade, pois, quando chega-se segunda-feira, não sabia o que esperar. A escola começava, pelo menos para mim, e faltava menos de um mês para as férias de Natal. Logo seria a miúda nova, algo que eu não gostava. Não me sentia bem a ser o centro das atenções e nos últimos anos tenho o sido demais. Cada passo que dava numa escola nova, os rapazes me olhavam de cima a baixo parando o olhar nas minhas partes mais íntimas a babar. Típico de rapazes adolescentes, só pensam com a cabeça de baixo. Quando estava a descer as escadas para lanchar, tocaram à campainha e eu, como estava perto da porta, disse que a abria, fazendo-o. Quando abri a porta deparei-me com uma mulher mais baixa que eu um bocadinho, de cabelo grisalho preso num coque um pouco desarranjado, uns olhos verde relva clara e um sorriso muito amigável e acolhedor. Ela era alguém que parecia a personificação da natureza e o seu vestido solto florido demonstravam a liberdade dela. - Olá minha querida. – Cumprimentou-me alegre e amigavelmente. - Reparei que tínhamos vizinhas novas e decidi fazer uma tarte de maçã e trazer como forma de boas-vindas ao nosso pequeno bairro. – Explicou-me a pequena mulher sorrindo enquanto estendia um prato coberto com um pano. - Olá. – Disse-lhe meia a medo. - Muito obrigada pela sua gentileza. – Disse pegando na iguaria meia envergonhada. - Sou a Roselune, mas pode-me chamar de Rose. - Sou a Evangeline. – Disse ela abrindo mais o seu doce sorriso. - Muito prazer, Rose. - Deseja entrar e tomar alguma coisa Dona Evangeline? Talvez provar a sua tarte? – Sugeri amavelmente. -Não minha querida, mas obrigada. Eu tenho de ir andando. Foi mesmo um prazer conhecer-te e por favor, apenas Evangeline. Adeus Rose. – Disse-me apressada enquanto virava costas e ia embora com um sorriso indecifrável nos lábios. Fiquei a olhar para a mulher com um olhar questionador e confuso. Quem era aquela doce mulher sorridente que me era estranhamente familiar apesar de eu nunca a ter visto? Porque me sentia tão confortável a conversar com ela como se nos conhecêssemos desde sempre se nem a conhecera a menos de uns minutos? E foi tão estranho a forma como ela me tratou, como se eu fosse o que ela procurara, como se eu fosse a resposta aos seus problemas. Quando ela entra na casa lilás, sorri percebendo que aquela casa demonstrava muito o espírito da mulher, simples e sincero, e entrei em casa abanando a cabeça como se tivesse acabado de perceber algo tão estupido que nem entendia como me havia escapado. |
|  | | Fox Don't go away

 Número de Mensagens: 255 Localização: Debaixo da Cama Emprego/lazer: Traficante de Giz em Estágio para Guia Turística de Manuais Escolares Humor: Nada a Acrescentar Fictiers: 281 Data de inscrição: 11/09/2011
 | Assunto: Re: {A Verdade na Mentira} Dom Jan 29, 2012 4:32 am | |
| Ahahha, eu só me ambientei a estes vocabulários há pouco tempo! Mary Sue é uma personagem perfeita, sem dramas ou terrores, omnipresente e omnipotente. Basicamente, é uma seca! xD Lol, aquela Anala mata-me! Ela que guarde um rockstar para mim! Também adoro esse género! Mais uma vez, gostei muito das tuas descrições caseiras! O quarto da Rose tem um toque muito pessoal e definido! Ajuda-nos a entendê-la! Talvez tenha percebido mal, mas pela forma como ela falou, achei-a um pouco "snob". Não muito, mas achei que ela se achasse um pouco superior pela maneira como diz que os rapazes falam e olham para ela... Nada de muito grave e sem dúvida fruto das conversas da tia... Pára de falar de comida! Estou esfomeada! Boa Noite!  PS: Espero que não leves a mal, mas escreveste (quase no final) "chega-se". Acho que querias dizer "chegasse"  |
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